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Bruno Lage Assessor de Investimento

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Empresário

O seu maior ativo não está na corretora. Está na empresa, e é o único que não tem plano B.

Você levou vinte anos construindo a empresa e, no caminho, ela virou quase tudo o que você tem. O que sobra está espalhado: um CDB no banco, um imóvel alugado, uma previdência que alguém vendeu numa reunião que você mal lembra.

O problema não é a concentração: empresário concentrado é o normal, e foi a concentração que construiu o patrimônio. O problema é que quase nenhuma decisão foi tomada em conjunto com as outras. Cada peça foi resolvida isoladamente, por pessoas diferentes, em momentos diferentes, sem ninguém olhando o todo.

O que eu costumo encontrar

  • Pessoa física e jurídica se misturam, e o contador resolve como dá
  • Não existe acordo de sócios, ou existe um que ninguém releu desde a assinatura
  • O padrão de vida da família depende integralmente da distribuição de lucros
  • Se você não estiver aqui amanhã, ninguém sabe quem assina pela empresa
  • A sucessão nunca foi tratada porque a conversa é desconfortável

O que muda depois do diagnóstico

  • Separação clara entre o patrimônio da empresa e o da família, com número em cima
  • Uma reserva que sustenta a família sem depender de um real da empresa
  • Liquidez sucessória dimensionada: de onde sai o dinheiro do inventário
  • Estrutura societária e sucessória decidida em vida, com advogado e contador na mesa

Próximo passo

O diagnóstico vem antes da recomendação

Sete perguntas e três minutos. Você sai com um retrato dos seus riscos priorizados, e eu chego na nossa conversa já preparado.

Fazer o diagnóstico